fbpx

Se os pais não estão motivados, os filhos também não ficam

Durante os últimos 13 anos, a nossa família tem mudado de país ao sabor do percurso profissional do meu marido, em média cada 3 anos. A primeira saída de Portugal não foi totalmente inesperada, mas a angústia das outras mudanças reside sempre em não saber para onde vamos.

A proposta de um novo posto no estrangeiro, geralmente, chega cerca de 2 meses antes da data prevista para o inicio das novas funções, o que pode não coincidir com o final do ano escolar, um ponto prioritário para nós.  E 2 meses são 8 semanas o que não é muito tempo para organizar a mudança da família.

Esta empresa permite á família fazer uma viagem, dita “exploratória”, para um reconhecimento das condições de vida, oferta imobiliária e escolar e outros aspectos que queiramos explorar. Só uma vez o fizemos, para facilitar o processo de matrícula dos nossos filhos. Também têm um sistema de apoio para todo o processo de expatriação: para a mudança de casa, organização de visitas com imobiliárias, listas de escolas e médicos, cursos de língua, etc.

Todas as empresas são diferentes e o tipo de apoio pode variar consideravelmente. Tentamos passar aos filhos, a nossa curiosidade sobre a nova cidade ou país para onde vamos, e partilhar com eles os aspectos positivos e atractivos que podemos aí encontrar. Se possível, o facto de ser fácil visitar com frequência o país de origem, de poder receber visitas num lugar exótico, ou de poder fazer férias de sonho pode ser um bom argumento para ninguém ficar triste com a ideia de partir.

Comentar

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.

Subir ↑

%d bloggers like this: