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Viajar com Animal de Estimação (1)

As famílias que vivem longe do seu país de origem também têm direito a ter animais de estimação. Contudo, quando adquirimos um amigo de 4 patas, esquecemo-nos, por vezes, que eles têm necessidades especiais e que viajar com eles nem sempre é fácil, como temos  vindo a descobrir.

Para começar, nem todas as companhias aérias fazem transporte de animais domésticos, o que limita a escolha na hora de comprar bilhetes. A TAP, a British Airways, a KLM e a Lufthansa, por exemplo, tem esse serviço, mas companhias low cost, como a Easyjet ou a Ryanair, não efetuam transporte de animais.

Depois, nem sempre há espaço para transporte do animal no voo que se seleccionou, o que já fez com que tivesse que fazer um voo suplementar para vir buscar o animal. Conselho da TAP, a seguir religiosamente: se voa com amigo de 4 patas, deve escolher os bilhetes online, e só proceder ao pagamento quando confirmou com o Contact Center Tap, por telefone, se há disponibilidade para levar o seu animal nesse mesmo voo.

Antes da Leia, a nossa cadela, se juntar à família, houve grande discussão sobre que cão queriamos ter. Nós somos fãs dos cães grandes ( leia-se aqui São Bernardos e afins), contudo sabíamos que não seria prático viajar com um cão destas dimensões e que a estadia num hotel para cães durante as nossas férias seria demasiado onerosa. Como, por consenso familiar, não queríamos um cão mini (menos de 8kg), optámos por um cão médio – um perdigueiro português, com cerca de 18-20kg e focinho longo. E explico porquê no próximo post …

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