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Porquê Viver em Budapeste?

E se Budapeste não é o destino mais óbvio quando um português pensa em emigrar! Porquê viver em Budapeste?

É um país um pouco menos desenvolvido que Portugal, com salários ligeiramente mais baixos, e uma das línguas mais complicadas do mundo.

No entanto, depois de ter vivido em Paris e em Londres, apaixonei-me por Budapeste e garanto que, de todas as cidades onde vivi, esta é aquela que me faz mais feliz. É um sítio extraordinário onde se viver! Porquê?

  1. Qualidade de vida

A qualidade de vida é relativa e depende daquilo que temos como prioridade. Mas considero que Budapeste oferece uma qualidade de vida alta – e esta não é apenas a minha opinião, já ouvi muitos portugueses ali residentes a dizer que têm uma vida melhor do que em Portugal.

Os salários não são altos, mas o custo de vida também não. Com um emprego qualificado, é perfeitamente possível viver sozinho, no centro da cidade, e ter um estilo de vida confortável.

  1. A cidade tem o tamanho perfeito

Budapeste oferece tudo o que a maioria das capitais europeias têm: oportunidades profissionais, ambiente cosmopolita, eventos frequentes ou restaurantes internacionais. Mas, ao contrário de outras capitais, consegue fazê-lo sem se tornar “demasiado”, sem fazer do dia-a-dia um cansaço permanente.

Uma vez, em Londres, fui a um festival de queijo e não vi queijo nenhum. Só vi pessoas. Isso não acontece em Budapeste. É uma cidade de escala humana.

  1. Os transportes públicos são excelentes

Eu vivo numa zona central e tenho, a dois minutos de casa, duas linhas de metro, dez autocarros e um elétrico que funciona 24 horas por dia. Demoro 25 minutos a chegar ao trabalho. E 90% das minhas restantes deslocações na cidade demoram 20 minutos ou menos. Tudo ao meu dispor com um passe mensal que custa apenas 9500HUF (27€). 

  1. Os Húngaros são simpáticos e abertos

É discutível, e cada estrangeiro no país tem uma opinião diferente. As pessoas nos supermercados ou serviços públicos não são muito simpáticas, sobretudo para quem não fala a língua. Mas essas são interações triviais. 

Em relações mais sérias, como amizades ou relações de trabalho, os Húngaros são, regra geral, simpáticos, honestos e apoiam em tudo o que podem. Adoram quando alguém faz um esforço para aprender a língua local e fazem questão de explicar a sua cultura, ajudando à integração. 

  1. Budapeste tem uma ótima localização

Budapeste é uma excelente base a partir da qual se pode explorar a Europa Central e de Leste. A Hungria faz fronteira com 7 países e a Wizz Air, companhia aérea low-cost, tem voos regulares para dezenas de destinos interessantes nas redondezas.

  1. Budapeste é a “party capital” da Europa

Os emblemáticos ruin bars e o álcool barato atraem milhares de turistas à capital Húngara, que tem se tem afirmado, cada vez mais, como a cidade do divertimento noturno por excelência na Europa.

Claro que isto não é uma mais-valia para todos. Mas o facto desta indústria existir, faz com que existam na cidade outras oportunidades ao dispor dos residentes: restaurantes lindíssimos, bares interessantes, e um ambiente de férias sempre que se desejar ir ao seu encontro.

Acredito que nenhuma cidade é boa ou má para aí se viver. As cidades são boas ou más para cada pessoa em específico, de acordo com a sua personalidade e aquilo que valoriza na vida. Budapeste não é para todos. Mas, sem dúvida, tem algo positivo para toda a gente.

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