Casa e escola Internacional uma procura conjunta e dependente

Uma das regras que seguimos é que só nos permitimos ir para locais que tenham oferta escolar internacional (escolas que sigam o programa francês, inglês ou americano, por exemplo ou outros que interessem á família), e que tenham boas condições de segurança para todos.

Além da busca que fazemos sobre as coisas mais gerais sobre a cidade para onde vamos, começamos imediatamente a procurar em detalhe as escolas e a oferta imobiliária na internet. Depois de escolhida a escola, procuramos casa num local de fácil trajecto tanto para esta, como para o emprego.

No nosso caso, procuramos casa em paralelo com a empresa e coordenamos as listas de casas, senão demoram demasiado tempo a agendar visitas.

Por questões de segurança em certos países, algumas empresas podem colocar restrições geográficas, ou outras, na busca de casa e/ou a empregada também tem de ser aprovada pelos serviços de segurança.

Como somos uma família multilingue, a língua nunca foi uma preocupação ou obstáculo e, está provado, quanto mais línguas se falam, mais fácil é aprender uma nova. O que observamos é que, em geral, as crianças ficam a falar a nova língua até ao final do 1º trimestre escolar. Se as escolas não têm um sistema de apoio em língua, há que os ajudar fora do horário escolar.

Com os filhos em diferentes graus de escolaridade, é importante conhecer as designações dos anos que frequentam nos diferentes sistemas escolares. Temos uma tabela comparativa dos ciclos escolares do sistema português, francês, suíço, inglês e americano, pois considerávamos várias escolas no mesmo ano e podia haver enganos na matrícula.

Com o nosso filho mais velho no 1º ano da universidade, vivemos o processo de candidatura para o ensino superior, tendo ele mudado de sistema de ensino e de escolas ao longo do seu percurso escolar. Achamos ser importante conhecer as opções que cada sistema escolar oferece e as restrições que cada um possa ter no processo de candidatura, a nível internacional. O ideal seria, os jovens não mudarem de sistema escolar a partir do momento que começam a ter “opções” de matérias (pelos 13 anos) e, frequentarem os últimos 2-3 anos do liceu no mesmo estabelecimento, com estabilidade para o acesso ao ensino superior.

Não esquecer que os hemisférios sul e norte, têm calendários escolares diferentes. Pode acontecer que por 1 semestre, as crianças se adiantem ou atrasem um ano escolar. Em geral, as escolas internacionais, como o liceu francês ou alemão, seguem o mesmo calendário no mundo inteiro.

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